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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

biopoder nos fanzines punk

Uma forma de colocar, explicitamente, o que sentimos e ao mesmo tempo é


também nosso divertimento (...) É uma forma de aliviar-nos por dentro, de acalmar,nossa agonia, de parar nossa dor interior. Pois tudo o que vemos de podre nessa


sociedade, nos dói muito, e temos (que), de alguma maneira, desabafar. Toda forma de expressão, nessa sociedade mantida pela mentira é vista como


loucura, algo a ser ridicularizado. Não sou louco, apenas consigo ver e sentir as

desumanidades dessa vida. Louco são os mentirosos dessa sociedade, c/ seus

condicionamentos, seus vícios burgueses sociais, seus machismos e moralismos...

dogmatismos.

Narrar a angústia de, não apenas ter sua vida condicionada, mas também seu discurso.
Talvez o punk esteja limitado demais em sua forma, no modo como contesta, nas


possibilidades revolucionárias que cria e aceita para si. A linguagem

provavelmente é uma barreira, por ficarmos tão preocupados em sermos

compreendidos deixamos de nos aprofundar. A necessidade de agradar talvez

atrapalhe também. Quem sabe seja necessária uma viagem por mundos

(submundos) e pensamentos fora do hardcore/punk, para conhecermos coisas

novas, aprimorarmos a crítica, confrontarmos as idéias e fazer do punk uma

ameaça real.Fazer um zine, pra mim, começa com esse sentimento de explosão. Começa com a


necessidade de espalhar idéias e do pensamento de que é preciso fazer mais. Um

dia abri os olhos e a luz me feriu por dentro. Desde então não tem sido fácil dormir,

todas as noites. Fazer um zine não deixa minhas noites mais tranqüilas, pelo

contrário, isso aumenta a intensidade da luz que me atinge e me afasta da paz queFazer um zine, pra mim, começa com esse sentimento de explosão. Começa com a


necessidade de espalhar idéias e do pensamento de que é preciso fazer mais. Um

dia abri os olhos e a luz me feriu por dentro. Desde então não tem sido fácil dormir,

todas as noites. Fazer um zine não deixa minhas noites mais tranqüilas, pelo

contrário, isso aumenta a intensidade da luz que me atinge e me afasta da paz queeu mesmo proclamo. Reconhecer que as coisas não estão bem e tomar uma posição


contra a correnteza é tornar sua própria existência uma guerra.
Você já pensou se todas as obrigações que você cumpre são mesmo necessárias?


Você já parou pra pensar sobre si mesmo, na sua existência? Você já imaginou que

tudo podia ser diferente? Cada vez mais eu vejo as pessoas ignorando as

possibilidades e se reduzindo a seres sem capacidade de questionamento.
Temos que considerar todas as coisas que fizemos, que realizamos, como


conduzimos nossos relacionamentos. Pensar nisso tudo vale a pena. Ultimamente

tenho parado pra pensar em um monte de coisas. Algo aconteceu que me fez

reavaliar minhas idéias. O que eu quero dizer é que estava decepcionado (...),

amargo, cansado. (...) Muitas coisas doem, muitas coisas machucam, e cabe a nósmesmos nos curar. Não desistir. Não desesperar. Ninguém mais fará isso por você.


Ninguém se importa. Ninguém dá a mínima.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

movimento Black power

Com o recrudescimento das questões raciais e da vilolência contra os negros por organizações racistas como Klu Klux Klan, surgiram lideranças negras que enfrentaram as questões dos direitos civis e reagiram contra a violência policial. A questão é que os negros eram colocados em guetos, explorados e não tinham voz ativa na sociedade norte-americana. Martin Luther King (acima) e Malcolm X, entre outros, tornaram-se essa voz, e, atuando de formas diferentes, foram ambos revolucionários em suas ações em prol da causa dos negros e dos direitos civis nos EUA. Apenas as balas os pararam. Quantas vêzes Martin Luther foi preso, mais intensas eram as manifestações e mais ele insistia pacíficamente. A consciência de que a sociedade branca práticamente os extorquia, que a Justiça atuava com parcialidade, fez com que mais e mais pessoas lutassem por seus direitos, participando das manifestações lideradas por ativistas como Martin Luther e Malcolm X. O Movimento Black Power, é o resultado dessas ações sobre a mentalidade dos negros norte-americanos, que reagiram se auto afirmando enquanto indivíduo e enquanto raça. “Estamos gritando liberdade há 6 anos. O que vamos começar a dizer agora é poder negro”. Essa frase foi dita por Stokely Carmichael, militante radical do movimento negro nos EUA, depois da 27ª prisão, criando assim a expressão Poder Negro – Black Power. Lutar significa : participar dos eventos para os quais são convocados, mobilização para fazer valer seus direitos, mesmo com altos custos, porque sua auto estima estava viva, estavam unidos porque tinham seus porta-vozes e começavam a vencer a guerrilha da opinião pública, ( havia um slogan, “Black is Beautiful”) até a vitória, com adesões entre artistas e intelectuais negros e brancos, estudantes e escritores, como James Baldwin e ativistas políticos como Ângela Davis e John Sinclair, líder dos Panteras Negras de Detroit ( “Ângela, eles te meteram na prisão, assassinaram teu homem… Irmã, ainda és um guia para as pessoas, tuas palavras chegam muito longe, Há um milhão de raças diferentes, Mas todos nós compartilhamos o mesmo futuro no mundo”. E, “… Se ele tivesse sido um dos soldados, Que matavam vietcongs no Vietnã, Se ele fosse da CIA vendendo droga e criando confusão, Estaria livre, O teriam deixado em paz, Respirando o ar, como eu e você”.), John Lennon, para o álbum “Sometime in New York City”,






movimento rastafare

Rastaman com DreadlocksO rastafarianismo, também conhecido como movimento rastafári ou Rastafar-I (rastafarai) é um movimento religioso que proclama Hailê Selassiê I, imperador da Etiópia, como a representação terrena de Jah (Deus). Este termo advém de uma forma contraída de Jeová encontrada no salmo 68:4 na versão da Bíblia do Rei James, e faz parte da trindade sagrada o messias prometido. O termo rastafári tem sua origem em Ras ("príncipe" ou "cabeça") Tafari ("da paz") Makonnen, o nome de Hailê Selassiê antes de sua coroação[1].



O movimento surgiu na Jamaica entre a classe trabalhadora e camponeses negros em meados dos anos 20, iniciado por uma interpretação da profecia bíblica em parte baseada pelo status de Selassiê como o único monarca africano de um país totalmente independente e seus títulos de Rei dos Reis, Senhor dos Senhores e Leão Conquistador da Tribo de Judah, que foram dados pela Igreja Ortodoxa Etíope.



Alguns historiadores, afirmam que o movimento surgiu, e teve posteriormente adesão, por conta da exploração que sofria o povo jamaicano, o que favorece o surgimento de idéias religiosas e líderes messiânicos.

Como um a cultura/ filosofia, Ras Tafari I é uma forma de Zionismo Negro que segue a leitura da Bíblia (na versão etíope Kebra Negasta- “Gloria dos Reis”, diferente da versão européia King James ) como credo milenar da redenção africana. Identificam-se a si próprios como os Israelitas do Velho Testamento , Provendo uma seqüência de interpretações mítico-poéticas da História da Diaspora Negra. Capturados e vendidos dentro da escravidão pelos europeus , os Rastas vêem os africanos e seus descendentes no oeste como vivendo na moderna Babilônia, a sociedade branca e opressora que significou mais de 400 anos de perseguição e colonialismo.







A emancipação oficiosa para a escravidão nas plantações de açúcar na Jamaica veio em 1834, mas a independência politica jamaicana da Grã-Bretanha foi assegurada somente em 1962, depois de 97 anos como colônia. Cerca de 95% da população da Jamaica é de descendência africana, o que determinou uma consciência dentro do movimento Ras Tafari I em considerarem-se “estrangeiros numa terra estranha”, referindo-se a própria Jamaica.



A TERRA PROMETIDA

No idioma de redenção dos Rastas , a única salvação para o negro do Oeste é se repatriar a seu lar ancestral : Etiópia – África . Enquanto opiniões dentro do movimento divergem como precisamente a repatriação ocorrerá e sua natureza , espiritual ou física , Ras Tafari I reconhece que isso será iminente e sinalizará a total inversão da estrutura de poder vigente no mundo.



Ao contrario de outras formações culturais pan-africanas ; pôr exemplo, Santeira em Cuba, Vudu no Haiti, Candomblé no Brasil e Xangô em Trinidade, Ras Tafari I é um fenômeno do seculo XX sem antecedente cultural no Oeste ou herança da cultura central – africana.



Os rituais Rastas mantêm uma continuidade na identidade africana e nas tradições associadas como pôr exemplo rituais de dança e tambores, praticas de cura e crença no poder mágico das palavras – “word, sound & Power” (“Palavra , Som & Poder).



Imagens da realeza Etíope, eventos e personagens do Velho Testamento, uma forma ritualística de se falar e o uso de longos cabelos, chamados de Dread Locks têm sido adotados e transformados nos símbolos e na tradição dos Rastas . No contexto da Diaspora, essa tradição é melhor entendida como uma resposta a ideologia da raça dominante.



Essa etnia se refere à auto – conscientização da cultura com o intuito de disseminar uma nova mensagem, juntamente com sua simbologia e religiosidade. O Etiopianismo anunciou uma nova fase dos rituais jamaicanos , onde os Rastas identificaram-se como “crianças”, tanto no sentido espiritual como genealógico, como que mantendo o parentesco com os antigos Israelitas , que seguiram Moisés através do Mar Vermelho séculos atrás.



As crônicas bíblicas do “Exílio” e do “Retorno a Terra Prometida” serviram como documento mítico para a prisão dos escravos no Novo Mundo , e de seu anseio pôr redenção fora da escravidão. O uso de velhos materiais para a criação de uma nova estrutura profética fez com que surgisse a imagem da Etiópia- Israel como sendo uma nação negra. Faz parte da tradição Rasta , pôr Exemplo , cantar e agradecer o “Sagrado Monte Sião”(HOLY MOUNT ZION) que é reconhecido pela fé como sendo o lar de Jah Ras Tafari I . Esse processo serviu para cristalizar a soberania e a legitimidade africana numa aparência político- religiosa única.







“OLHEM PRA AFRICA”





Através de referencias bíblicas à Etiópia, por exemplo no salmo 68:31, “Etiópia logo estenderá Suas mãos a Deus”, e nos Atos dos Apóstolos 8:27,”pessoas de descendência africana aprendam a reconhecer seu país perdido e a herança nas referencia a Etiópia e etíopes”. Assim, os Rastas começaram a tratar com carinho todas as referências etíopes na bíblia, pois ali havia a promessa libertadora , e que , quando contrastava com a indignidade da escravidão nas plantações, mostravam o negro numa luz humana e digna.



É na base do clássico Etiopianismo que Associação do Progresso Universal do Negro e o movimento “Volta - a- África” liderada pôr Marcus Garvey é bem conhecida. A filosofia do nacionalismo racial, proposta pôr Garvey, era um conceito étnico, casando o Etiopianismo e a consciência racial derivada do nacionalismo pan-africano. “Através da consciência racial, membros de uma raça se presente e aspirando pelo futuro”.



Um grupo racialmente consciente é mais que uma mera agregação de indivíduos distintos zoologicamente de outros grupos étnicos. É uma luta social unida com direção à realização pessoal e do grupo com o intuito de alcançar uma qualidade de vida que lhe é própria. Portanto , é um grupo conflitante e a consciência racial é por si um resultado do conflito. “A raça de um grupo embora não significante intrinsicamente, se torna um símbolo de identidade que serve para intensificar o senso se solidariedade”.



Para Garvey ser negro significava ser africano, “em casa ou no estrangeiro”, e a identidade racial estipulava direitos nacionais. Sob o título “África para os Africanos” , Garvey relançou a tradição etíope dentro de um programa politico para a libertação dos negros. A visão de Garvey da ‘redenção africana’ foi e permanece radical no sentido que, pela primeira vez na historia, o povo negro era reconhecido universalmente como Africanos no contexto de um movimento de massa com popularidade internacional.



O que é único aos Rastas da Jamaica , na tradição emancipadora africana é sua direta identificação com o Estado Teocrático da Etiópia, sob a regência “eterna” do Imperador Haile Selassie I , intitulado Jah Ras Tafari I. Modelando-se como a reincarnação dos antigos Israelitas, os Rastas usam o passado bíblico da teocracia judaica para formar sua etnia como uma família , uma nação .



A frase profética mais notável atribuída a Marcus Massiah Garvey afirma, “Olhem para a África! Quando um Rei for coroado, o dia da redenção estará nas mãos”. A coroação em 2 de novembro de 1930 do imperador Haile Selassie I da Etiópia, formalmente intitulado Ras Tafari I foi interpretada como a confirmação da profecia.



Ras significa “cabeça , príncipe” em aramaico e Tafari ,”Sem medo”.



Foi traduzido tambem pelos pioneiros do movimento Rasta a significar “Criador”. Haile Selassie I , 225’descendente do Rei Salomão e da Rainha de Sheba, recebeu os títulos sagrados escritos na bíblia que foram reservados para o advento da Segunda vinda: Rei dos reis, Senhor dos senhores e Leão conquistador da Tribo de Judá.







O PODER DA TRINDADE





Na fé dos Rastas, Haile Selassie é reverenciado como Jah Ras Tafari I, o Messias , o Cristo Negro que ascendeu ao Trono do Rei Davi em Adis Ababa, oficializando a promessa de uma nova ordem espiritual. Como defensor do Trono contra o ataque fascista de Mussolini em 1935, como um dos chefes- arquitetos do nacionalismo pan-africano atraves da fundação da OAU em Adis Ababa em 1963 e , mais tarde como monarca – embaixador do Estado independente mais velho da Africa, a Etiópia , o Imperador Selassie conseguiu o respeito de inumeraveis negros e foi reconhecido como o defensor de união e liberdade africana.



Haile Selassie é um nome sagrado , que traduzido significa “Poder da Trindade”. Em todas as antigas religiões encontra-se a mesma analogia à Primeira Lei de Deus , ação – reação – equilíbrio. No cristianismo essa mesma fórmula é reconhecida no Pai- Filho – Espirito santo; no hinduismo, vishnu- krishna- brahma . Porem , o que autenticava a força verdadeira do Ras Tafari era a personificação da Primeira Lei em uma só pessoa, Haile Selassie I.







O COMEÇO em KINGSTON

Antes mesmo da explosão da guerra Ítalo- Etíope em 1935, uma fotografia de Haile Selassie I , em veste de guerreiro em Amhara, circulou pelas favelas de Kingston juntamente com um artigo do Jornal Times no dia 7 de dezembro. De acordo com a reportagem, originalmente atribuída a um agente da propaganda fascista italiana, o Imperador Selassie era o mentor da Ordem Nyahbinghi. Essa ordem era internacionalmente reconhecida como uma sociedade africana secreta dedicada a derrubar a dominação branca e colonial. O nome Nyahbinghi significava “morte aos europeus”.



Na Jamaica , os primeiros aderentes da fé Ras Tafari I tornaram esse artigo quase como a um chamado e procuraram alinhar-se espiritualmente ao Imperador Selassie, participando efetivamente da Ordem Nyahbinghi. A palavra Nyahbinghi foi rapidamente adaptada ao vocabulário Rasta como protesto racial, e tornou-se a significar ‘morte aos opressores negros e brancos’.



Muitas comunidades Rastas começaram a identificaram-se como Nyahs, e na sordidez de West Kingston, uma militância do novo movimento começou a se desenvolver. Em 1960, a Universidade de West Indies patrocinou uma reportagem sobre o movimento Ras Tafari I e sua relação com a sociedade jamaicana em geral. Tal reportagem foi o resultado de um pedido pôr parte da comunidade Rasta que queixava-se da perseguição policial e da desinformação pública. Até então Jamaica, ao contrário do que muitas pessoas pensam, a maioria era (e ainda é) cristã, enquanto que os Rastas eram vistos sem qualquer status social, até porque a sua maioria vivia em condições paupérrimas.





A CULTURA NYAHBINGHI

Na reportagem, Nyahbinghi foi associado a valores violentos e com elementos revolucionários. Os Nyah eram publicamente identificados por seus longos cabelos, os Dreadlocks, e pelo uso sagrado , mas desafiador e anti-social da maconha (ganja). Os Nyahbinghis dentro do movimento Ras Tafari I atual é um longo termo que em adição a seu significada original tambem cobre outros importantes aspectos da vida cultural, incluindo:



A Ordem Nyahbinghi , uma seção dentro do movimento Ras Tafari I em geral, também reconhece o Governo Teocrático de Haile Selassie I. Os membros da primeira geração Nyah fazem parte da formação do movimento Rasta.



Os rituais de culto e adoração são patrocinados por membros da comunidade . As cerimônias Nyahbinghis são festejadas regularmente em varias datas em toda a ilha da Jamaica. Comemorações anuais incluem o aniversario do Imperador Haile Selassie I (23 de julho), a data da coroação do Imperador (2 de novembro) e o aniversario de visita do Imperador a Jamaica em 1966 (21 de abril). Os Nyahbinghis também realizam Assembléias ou “Congregações” que são consideradas como “serviços divinos”



A musica com os tambores , a dança e as palavras fazem parte da celebração e do culto e tambem são denominadas de Nyahbinghi. Como parte da ressureição dada batida africana, a musica Nyahbinghi ou Heart Beat (batidas do Coração) está ligada às harpas do Rei Davi, usadas para compor os salmos reais do Velho testamento.



As congregações Nyahbinghi usualmente duram de três a sete dias, tempo para a comunidade se reunir e revitalizar a fé Ras Tafari através de atividades como por exemplo tocar tambores, cantar orações , ler trechos da bíblia , fumar maconha e dançar. No centro da celebração Nyahbinghi está o Tabernáculo onde acontece o ritual. Com as cores da bandeira da Etiópia (verde ouro e vermelho), os Nyahs chamam a Israel seu destino providencial – “África, sim! Jamaica, não!” “Jah chama os cantores e tocadores de instrumentos”, “Repatriação agora!”.



O tabernáculo Nyahbinghi é a sala circular do trono do arco- íris (representado pelas cores da bandeira da Etiópia), o poder sagrado do solo de onde emana o terremoto, a luz, o trovão, o fogo e o enxofre do Armagedon. O “chalice”( cálice , cachimbo Rasta) Passa de mão em mão em volta do altar , ativando ritualisticamente os símbolos do calor , ar e agua , as forças primais da criação . Atraves da Palavra, Som & Poder (Word, Sound & Iwah) a fé está unida com a cabeça Criadora (Ras Tafari) num tipo de telepatia mística, que tem o intuito de cantar a queda da babilonia , para livrar a Terra da perversidade e restaurar a ordem natural da Criação e seu estado original de perfeição. Fora do Tabernáculo fica uma grande fogueira onde um Homem de fogo permanece em vigília para manter as chamas da justiça e do julgamento acesas até a hora da repatriação chegar.



“A MUSICA do CORAÇÃO”

De acordo comum relato de um observador do movimento em 1953 havia uma falta acentuada na batida dos tambores nos primeiros encontros de rua dos Rastas. Nesses encontros, hinos de ressuscitação dos cultos afro-cristãos conhecidos como pocomania e Sião foram adaptados para o desenvolvimento da liturgia Jesus Cristo em todos os textos das canções. Hinos Garveyistas e até o Hino Nacional Etíope Nyahbinghi eram cantados. Naquele tempo o antagonismo entre os grupos Rastas e os Revivalistas cresceu, buru foi naquela época a musica Rastafari, inspirando seus tambores . Buru foi naquela época a música mais popular derivada da seculariedade africana em Kingston. Apesar da clara derivação da batida Nyahbinghi, da base, do fundo e do marcador dos três tambores Burus, as duas tradições tem ritmos basais distintos. Todavia, ambos estilos tem antecedentes históricos diretos na tradição musical do oeste e do centro da África. Ambos têm uma organização rítmicas baseada na intercalação das batidas tocadas em vários tambores.



A musica Nyahbinghi é um compaço retirado do passado Africano, mas a distancia é musicalmente evidente ate pelos toques improvisados do lider e marcador. A batida Nyahbinghi , com mensagens da Redenção Negra, tem sido incorporadas dentro do reggae. Essas conções populares de libertação são ouvidas hoje mundialmente , dos sound systems de rua de Kingston ate os shebeens do soweto , na Africa do Sul.







I & I – EU PODEROSO

A “conversa Rasta” a forma ritual de se falar , praticada em diferentes graus no movimento , é especialmente proeminente entre os aderentes da Ordem Nyahbinghi. Considerando o movimento messiânico e também milenar Ras Tafari I encaixe-se na discriminação “anti sociedade” , “uma sociedade estabelecida dentro de outra sociedade” como uma alternativa consciente. É um modo de resistência ao mercado ainda “escravista” da moderna babilonia. A fala Ras Tafari como uma “anti-lingua não é somente paralela a sociedade , é de fato gerada por ela”. A anti-lingua cresce quando á realidade alternativa é uma realidade contrariada, estabelecida em oposição a realidade subjetiva , não meramente expressando isso, mais ativamente criando e mantendo essa outra forma de expressão , que nada mais é que uma ação coletiva.



“I and I” (Eu e Eu) é usado seja onde um pronome aparecer no discurso; substitui ‘você e eu’. O uso obliquo do pronome expressa a igualdade presumida entre os Rastas. “I and I” significa a identidade comum dos oradores como filhos de Haile Selassie I. Os nomes proferidos pelos Rastas exemplificam a associação do homem e Deus. A enunciação de “I”(eu) quando pronunciado “Jah Ras Tafari I” ou “Haile I SelassieI” conecta a intenção pessoal com a vibração divina.



“Quem é você ? não há nenhum você. Há somente Eu, Eu e Eu. Eu é você, Eu é Deus, Deus é Eu. Deus é você mas não há nenhum você, porque você é Eu, então Eu e Eu é Deus. Nós somos todos cada um e um com Deus porque é a mesma energia de Vida que flui em todos nós”.



Alem disso, a linguagem (I – ance, parlance) Ras Tafari I envolve o remodelamento e ocultamento de itens lexicais para encontrar sua necessidade. Uma técnica comum é conotar um símbolo, incrementado o significado da palavra; por exemplo, transformando “opressores” em “depressores”(opressers= downpressers), “políticos” em “politruques” (politics = politricks), “entendimento” em “sobreentendimento” (understand = overstand). O uso de algumas palavras pelos Rastas que viviam nas colinas da Jamaica davam significado à visão que eles tinham dos urbanos; por exemplo “city” (cidade) = “shity”(merda) ou também para designar o modelo social – “system” (sistema) = “shitstem” (sistema de merda), “situation” (situação) = “shituation” (situação de merda). Quando a



falta de cultura, no cunho educacional – “education”(educação)= “head-decay-shun” (cabeça- decadente- afastada) e principalmente a



valorização de personagens europeus históricos, ligados à igreja católica e que faziam comercio de escravos negros – “Christopher Colombus” (Cristovão Colombo)- “Christ-Come – To- Rob – Us”(Cristo veio nos roubar) fez com que milhares de palavras viessem a surgir no vocabulário denominado de Patois.



Este vasto vocabulário tem a intenção de definir o mundo no qual o Rasta vive, tanto o sistema econômico, religioso e politico como também a aspiração espiritual. Todas as palavras que tem pronome “I” referem-se exclusivamente aos valores ou rituais que os Rastas davam importância ; por exemplo, “I-shence” = “icense (incenso),



(maconha) “I-ses” = “praises”(orações) , “I- ration” = “Creation” (criação), “Ithiopia” = “Ethiopia” (Etiópia) . “I-wah” = “power”(poder) “I-tes”= “thoughts” (pensamentos).



A compreensão da redenção africana é similarmente conotada pelo conceito de “Eu” . “For I” ou “Far Eye” (Para Eu ou Olho que Enxerga Longe) usados em Rastafari I são termos para denominar a visão mística. A experiência visionaria é interna, parte pelo processo de conversação, e ultimamente pela noção visionaria que rendenção é igual a repatriação ; a visão da Africa concorda com a expectativa da salvação.







GANJA E DREADS

Justificações ideológicas para o ritual de consumo da ganja (maconha) são comuns entre os Rastas. O uso religioso da erva é feito pelo processo de plantação, colheita e consumo. Os Rastas acreditam no poder da maconha, através da abertura de um canal telepático que aumenta a percepção da realidade. Também se dizem no direito de fumar pelo fato da Bíblia trazer passagens indicando o consuma da erva pôr parte dos profetas no Velho Testamento. “Foi encontrado no sepulcro do Rei Salomão vestígios de maconha, e de uma espécie muito mais poderosa que a encontrada hoje em dia”.



A Jamaica é uma das maiores produtoras de ganja no mundo e também das mais baratas. Ainda é ilegal o consumo da erva; pôr esta razão, muitos Rastas foram mortos e perseguidos pôr toda ilha. As plantas de maior qualidade encontradas na Jamaica são Lambsbread e Sinsemila.



O Dreadlock, distintamente despenteado e com a barba e o cabelo longo é outra apresentação da identidade cultural dos Rastas. Muitos jamaicanos inclusive, freqüentemente consideram a aparência desleixada dos Dreads como uma indicação de falta de padrões de limpeza. Eles incorretamente dizem que os Rastas nunca lavam seus cabelos.



Aqueles com dreadlocks são estigmatizados como loucos pela sociedade jamaicana em geral. Os Rastas também são conhecidos como “Knotty Dread” (Dread barbudo) ou na linguagem que freqüentemente usam- “Natty Dread”. Eles são rejeitados à empregos basicamente pôr suas aparências. Na sociedade jamaicana colonial e pós – colonial , a policia em muitas ocasiões cortava os cabelos dos Rastas (dreadlocks) como um ato de rejeição pública e controle social sobre o movimento.



Os Rastas crêem no poder místico dos Dreadlocks são entendidos de acordo com a interpretação bíblica como o “voto dos Nazarenos”, e também como prova de serem eles os “escolhidos” durante esse tempo de julgamento. Finalmente, eles fundamentalizam o crescimento dos dreads como um estado natural de aparência do Homem , sancionado pôr Deus. “O brilho dos dreads é o brilho da luz negra, um ato feito para chamar as forças do Julgamento para fazer o coração perverso cair fora da Criação, para destruir e paralisar todos os depressores”. Dentre outras argumentações apresentadas pelos Rastas com relação ao dreadlock, a mais conhecida é que a barba e os cabelos compridos representam a juba do leão, símbolo da filosofia Rasta.







O LIVRO DA VIDA

Entre os Rastas é muito comum a interpretação daas passagens bíblicas. A versão bíblica do rei James da Inglaterra é tida como contendo apenas metade do “livro da Vida”. Os próprios Rastas costumam lembrar que “a outra metade nunca foi contada”. Os Rastas usam a versão Macabeus de origem etíope, considerado o livro integral da Revelação. Entre revelações encontra-se o segredo e o significado dos Sete Selos do Rei Salomão.



“E Eu chorei muito pôr nenhum homem ser merecedor de abrir o livro nem soltar os Sete Selos. E um dos anciões disse, “Não chore, contemple o Leão da tribo de Judá. A raiz de Davi foi capaz de abrir o Livro e soltar os Sete Selos, e Eu contemplei, e no meio do trono, no meio dos anciões , um cordeiro foi morto pô sete chifres, de sete olhos, e dos sete espíritos de Jeová eterno, enviado adiante pôr toda a terra , e Ele veio e tomou o livro na mão direita de Sua Majestade Jah Ras Tafari I que está sentado no Trono”. E o sétimo Selo foi libertado. O Sétimo Selo é conhecido como Haile Selassie I , o Primeiro da Etiópia”.







HIS

O significado de Haile Selassie I em relação aos Sete Selos foi revelado a um lider de uma comunidade Rasta em uma Visão. Em fazendo pública sua visão, ele se auto – proclamou em uma posição de liderança profética pôr sua habilidade em interpretar o significado do sinal revelado.







OS “ELDERS” ANCIÕES

Diferente da Igreja Ortodoxa Etíope das Doze tribos de Israel e da Comunidade do Principe Emmanuel (todas essas congregações Rastas), a ordem Nyahbinghi não tem um único local permanente e central para suas celebrações, e nem mesmo se esmeram na figura de um só líder. Na verdade, os próprios Nyahbinghi clamam que cada individuo é um templo em si mesmo, e deste modo desdenham aqueles que enfatizam o uso de construções como essencial para as celebrações comunais.



A Ordem Nyahbinghi não tem uma corporação organizacional formal com membros nomeados ou eleitos, onde as decisões são tomadas pôr seus associados. O Imperador Haile SelassieI é reconhecido como a “cabeça” da Ordem Nyahbinghi. Sua indisputável autoridade espiritual serve como uma barreira efetiva para a formação de um conselho elitista regulador. Os mais velhos, os “elders” fazem parte da liderança operacional dos Nyahbinghi, baseada principalmente no carisma. O reconhecimento daas habilidades sociais e espirituais, juntamente com o tempo de compromisso ao movimento determina um Rasta ser um “elder” (ancião). Aqueles que são competentes em conduzir uma celebração e tem o conhecimento da tradição Rastafari emerge como um líder dentro de sua congregação.





REGGAE

Chegando o final da década de 60 , muitos Rastas se vira, em condições de extrema pobreza, banidos economicamente do sistema capitalista. Em sua maioria , os Rastas procuram se manter financeiramente através da arte, em especial a artesanato. É bem reconhecida a habilidade dos Rastas em esculpir peças de motivo africano; como máscaras, estátuas e símbolos bíblicos.



Mas onde melhor a cultura Rasta se propagou foi na musica, com o Reggae . A origem do Reggae é o Ska, um ritmo acelerado com instrumentos de metal, oriundos da musica negra americana dos anos 50 e 60. Da metade para o final da década de 60, o Ska se tornou mais lento, dando origem ao Rocksteady. Os metais deixaram de ser os instrumentos que marcavam a musica, e em seus lugares foi inserido a percussão africana com a batida da guitarra num estilo Rock. Esse ritmo a partir do inicio da década de 70 passou a ser mais lento ainda e com outro nome , agora o Reggae. A maioria dos cantores e bandas famosas da Jamaica passaram por esses três estilos de ritmo, enter elas os “Wailers”, grupo formado em seu início por Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer (considerados profetas musicais pelos Rastas).



A industria fonografica jamaicana teve um avanço incrível nas décadas de 60 e 70, apenas pelo fato de varias bandas e cantores, todos Rastas, aparecerem no cenário musical . O Reggae é tido pelos próprios Rastas como sendo a musica de Jah (Deus), primeiro por Ter a mesma batida do coração e depois pelas mensagens, com letras principalmente de caráter religioso e de protesto racial e político.

sábado, 24 de julho de 2010

estilo punk

originalmente,fãs de punk rock vestian-se como greasers dos anos1950 e 1960, sobre tudo nos estados unidos, ou de forma semelhante aos fãs de glam rock, estilo musical em voga na inglaterra no começo dos anos1970.
fim da década de1970e começo de1980: o visual punk extremo

Após o sucesso comercial do punk rock e o surgimento dos primeiros street-punks, o caráter colorido, excêntrico e atrativo da primeira geração dá lugar ao estilo mais monocromático, opaco e agressivo. Muito influenciado pelas roupas de Sid Vicious, baixista dos Sex Pistols, que tinha a aparência semelhante aos punks norte-americanos —jaqueta de couro, camiseta e calça jeans—, o street-punk, a geração "anticomercial" do punk, adicionou a isto algumas das excentricidades do estilo tradicional britânico, como centenas de rebites, alfinetes, correntes, patches e pequenos retalhos com estampas falsas de pele de animal. Tornou-se comum também escrever mensagens como "no future" ("sem futuro") ou nomes de bandas com tinta branca nas costas das jaquetas.


sexta-feira, 23 de julho de 2010

punk

quinta-feira, 22 de julho de 2010

cultura punk


A partir do fim da década 1970 a cultura punk adquiriu um novo sentido com a espressão movimento punk,


o movimento punk é uma forma mais ou menos organizada e unificada, com o intuito de alcançar objetivos- seja a revolução política, almejada de forma diferente pelos vários subgrupos de movimentos.


Desde o seu inicio, a cultura punk teve ideias apartidárias e a liberdade para acreditarou não em um Deus ou religião qualquer. porém, por causa do tempo deexistência. seu caráter cosmopolita, significa:dono do mundo, ou seja um cara que nao tem patria, que não quer um cidadão que segue governos.

Por se assemelhar em diverssos aspectos com o anarquismo(a principio o movimento punk era apolíico), punks e anarquistas passaram a colaborar entre si e muitas vezes participando das ações.
Passaram então a existir muitos punks que também eram realmente anarquistas, e posteriormente surgiu o anarcopunk, assim ganhou um rumo com uma direção politica e uma nova militância, com discursos e acões mais ativas,opondo -se á mídia tradicional, e ao Estado, ás instituições religiosas e grandes corporações politicas.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

emma goldman

  1. Busco a

independencia da mulher, seu direito de se apoiar, de viver por sua conta, de amar quem quer que deseje, ou quantas pessoas deseje,Eu busco a liberdade de ambos os sexos, liberdade de ação, liberdade de amor e liberdade na maternidade.Emma goldman,,,,,,,,,,,,,,,uma grande mulher anrquista

quinta-feira, 8 de julho de 2010




POR VOLTA DE 1970, MUITO DO ESTILO HIPPIE SE TORNOU PARTE DA CULTURA PRINCIPAL, DISSEMINANDO A SUA ESSÊNCIA POR TODAS AS ÁREAS DA SOCIEDADE ATUAI,. A LIBERDADE SEXUAL, A NÃO DISCRIMINAÇÃO DA MINORIA, O AMBIENTALISMO E O MISTICISMO ATUAL.NO ENTANTO AGRANDE EMPRESA PERDEU SEU INTERESSE NA SUBCULTURA HIPPIE , APESAR DE MUITOS HIPPIES TEREMCONTINUADO A MANTER UMA PROFUNDA LIGAÇÃO COM A MESMA.



COMO MUITOS HIPPIES EVITARAM A PUBLICIDADE APÓS A ERA DO VERÃO DO AMOR, SURGIU UM MITO POPULAR QUE O MOVIMENTO NÃO EXISTIA MAIS, DE FATO ELE CONTINUOU A EXISTIR EM COMUNIDADES MUNDO AFORA.COMO OS MALUCOS DE BR.


AINDA SOMOS ASSIM, MAIS COM IDEAIS UM POUCO DIFERENTE, HOJE NÃO TEMOS A GUERRA DO VIETNÃ, MAIS NOSSA GUERRA HOJE É CONTRA NOSSO CORRUPTO GOVERNO .



TRAZENDO MISÉRIA AS CLASSES MAIS POBRES.


















CULTURA HIPPIE



OS ''HIPPIES'' ERAM PARTE DO QUE SE CONVENCIONOU CHAMAR MOVIMENTO DE CONTRACULTURA DOS ANOS 60 NOS EUA.UMA DAS FRASES IDIOMÁTICAS FOI''PAZ E AMOR''QUE PRECEDEU Á EXPRESSÃO ''BAN THE BOMB''A QUAL CRITICAVA O USO DE ARMAS NO CLEARES.A GALERA PRATICAVA NUDISMO E ADOTAVA UM MODO DE VIDA COMUNITÁRIO, TENDENDO A UMA ESPÉCIE DE SOCIALISMO-ANARQUISTA.



OS HIPPIES DEFENDIAM O AMOR LIVRE E NÃO A VIOLENCIA, O LEMA PAZ E AMOR SINTETIZA BEM APOSTURA POLÍTICA DA GALERA, QUE CONSTITUÍRAM UM MOVIMENTO POR DIREITOS CIVIS, IGUALDADE ANTI-MILITARISMO NOS MOLDE DA LUTA DE GANDHI E MARTIN LUTHER KING, E EMBORA NÃO TÃO ORGANIZADOS A GALERA TINHA UMA POSTURA MAIS ANÁRQUICA DO QUE ANARQUISTA PROPRIAMENTE NESTE SENTIDO.





PARECIA UM SONHO , DESFRUTARA JUVENTUDE, LIVRE DE TODOS OS CONCEITOS E PRECONCEITOS, LIVRE PARA CRIAR APROPRIA MODA , LIVRE PARA USAR O CORPO NA MAIS PLENA LIBERDADE, LIVRE PARA IR AONDE QUISESSE SEM DAR SATISFAÇÕES A NINGUÉM,






quarta-feira, 7 de julho de 2010

OUÇAM E VEJAM COMO É BOM PODER CURTIR A NATUREZA, ESQUECENDO DE TODA CRUELDADE HUMANA.

Gaia Piá - "o rio"

olha so galera , montei esse blog, querendo expor todas as minhas viajens, e minhas ideias, adoro ser eu mesma, e acredito que podemos atravez de ideias realizar algo importante na sociedade, então é isso. !valel geral!!!!!!!!!!!!!!

bachor - punk rock

bacunim

é preciso que copreenda que não ixiste liberdade sem igualdade e que a realizaçao da maior liberdade na mais perfeita igualdadede direitos e de fatos, politica, econõmicae socialao mesmo tempo, é a justiça.

Rancid- Time Bomb